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Pratique alegria!
Dentro do trabalho com crianças e educadores, descobri uma coisa muito importante: a alegria é a cola que fixa a aprendizagem.
Crianças tristes e desanimadas não conseguem aprender com o mesmo rendimento que alcançariam se estivessem alegres e entusiasmadas.
E o educador dá o tom do trabalho. Parte dele a dinâmica e as possibilidades de um plano de aula.
Acredito que o educador espírita, mais que um "ensinante", precisa ser um animador e um artista (às vezes, mágico; às vezes, equilibrista, engolidor de espadas, trapezista ou malabarista, mas na maioria das vezes, um terno e amoroso palhaço).
A alegria cabe em todos os momentos do trabalho. Nas aulas e nas próprias reuniões de departamento, ela torna as discussões mais fáceis e nos faz mais criativos e interessados na tarefa.
"A alegria não é ruidosa", diria a companheira Oneida Terra. Nem sempre se está cantando ou pulando, porque exageros também sinalizam para o desequilíbrio.
Mas ter alegria é essencial, mais que papel e giz de cera, mais que sala, mais que livro.
A alegria é tão importante quanto a sólida base de conhecimentos espíritas e a afetividade do educador para com seus alunos e com a tarefa.
Pratique alegria!
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