DepoimentosVocê pode ler abaixo a apreciação de alguns educadores espíritas sobre a Filosofia Espírita para Crianças. Aproveitamos para agradecer a todos que ofereceram suas observações para nosso crescimento e incentivo. Destacou-se na programação do ano o tema abordado em dois destes encontros: Filosofia Espírita para Crianças. Tema trabalhado por ela [Rita] nos encontros de junho e setembro de 2002, colaborou para o nosso entendimento e re-direcionamento da nossa evangelização. A teoria foi passada por ela de maneira dinâmica, ilustrando com atividades práticas e disponibilizando material com textos. Aulas embasadas em mestres da Pedagogia e do Espiritismo, sem jamais se tornarem cansativas, porque estruturadas sobre dinâmicas criativas. Contribuiu de maneira relevante para diferenciarmos nosso trabalho e nos voltarmos para a criança com um enfoque integral - estimulando suas potencialidades intelectuais, afetivas e morais e não nos detendo apenas no aspecto religioso do Espiritismo. Os encontros com Rita Foelker revolucionaram nosso trabalho e trouxeram para dentro do grupo ares novos, nos estimulando sempre mais ao estudo. Os resultados são visíveis: as crianças correspondem e forma-se um ciclo de crescimento envolvendo crianças e evangelizadores. Romy Bastos, educadora de Campo Limpo Paulista/SP. 1. Maravilhoso. Confirmou para mim que educar não é apenas passar o que aprendi, e sim fazer com que a criança raciocine.
Participantes do encontro em Guarulhos/SP, em fevereiro de 2003. Apresentei a elas a palavra FILOSOFIA, e levei um dicionário para que pudéssemos verificar o significado da palavra... e daí as coisas foram muito produtivas. Houve uma participação muito maior. Percebemos que quando os estimulávamos a pensar, eles queriam falar e falar, mais e mais. Pude também conhecê-los mais profundamente, seus pensamentos. Elas nos surpreenderam. Cinthia, educadora de Salto/SP e participante do grupo de discussão na internet. Qual seria a fase da vida humana em que mais indagamos, onde mais temos curiosidade para conhecer o mundo, que estamos abertos para elaborar conceitos sem as amarras do preconceito? Não seria a infância? A criança, pela sua natural curiosidade e questionamento tem um enorme prazer na "arte de filosofar". Rita, que Deus continue lhe dando força para continuar o trabalho que realiza com tanto amor e dedicação em benefício de muitos! Beijos, com saudade! Cláudia T. Arroyo, educadora de Monte Azul Paulista/SP. |